Assim como sabemos, a água é um recurso vital
para a nossa sobrevivência. Portanto, podemos dizer que na imensidão de águas
encontradas em nosso planeta, uma pequena porcentagem está disponível de forma
doce ( parte da água q é usufruída por nós), e seu restante é salgada.
Sabendo disso, é necessário que se dê mais
valor a esse recurso natural tão valioso, assim podendo melhorar, não só para
hoje, mas também para gerações futuras.
É perceptível que a água é tratada com
descaso por nós. Portanto, almejamos nesta atividade não apenas oferecer dados
quantitativos da água na utilização, mas também a necessidade de
conscientização, levando ao uso adequado.
A destinação
da água e que é usada no refeitório, especificamente na cozinha, é destinada à
rede de tratamento de esgoto mais próxima do campus, que se localiza na Av.
Rosa Riachão, após a agua ser utilizada ela perpassa por canos e tubulações de
esgotos (redes) que leva até a estação de tratamento de esgotos. Segundo à SAAE
(Serviço Autônomo de Água e Esgoto), que é a empresa que atua no município no
tratamento de água que sai das casas, estabelecimentos e escolas de toda cidade
o tratamento funciona da seguinte forma descrita abaixo:
Na Estação de Tratamento de Esgoto
(ETE) a água com impurezas que retorna de casas, empresas e indústrias passará
por várias etapas para ser despoluída e devolvida ao meio ambiente. Um processo
que leva até vinte dias, na fase líquida e sólida, para que sejam retirados
todos os dejetos.
·
Tanque
de areia – o esgoto circula bem devagar para que a areia fique depositada no
fundo do tanque;
·
Reatores
– as bactérias dos depósitos contribuem para reduzir a poluição e originar o
lodo;
·
Tanques
de aeração – as bactérias aeróbias auxiliam na destruição das impurezas, à
medida que produzem a oxigenação da água;
·
Decantador
secundário – o esgoto fica em repouso, o que contribui para que quase todas as
impurezas fiquem no fundo do reservatório;
Última etapa da fase líquida – outras
bactérias estéreis, originadas pelos raios ultravioletas, terminam por consumir
o restante das impurezas.
Somente aí a água retornará para o curso do
rio;
Somente cerca de 60% do esgoto é tratado no
município. Não foi detectado nenhuma infração ou esgoto clandestino no campus,
seguindo então as normas estabelecidas pelo SAAE.
No Brasil de acordo, com a Agência Nacional de Águas (ANA), 40% da população
ainda não tem acesso à coleta e tratamento de esgoto, o que traz problemas na
saúde pública e contaminação da água consumida, que apresenta um índice de 11%
de seu total com qualidade regular. Seis milhões de brasileiros sequer têm
acesso a banheiros.
No município existem varias
ligações clandestinas de esgoto que despejam a água não tratada diretamente no
curso do rio, este despejo mal adequado gera grandes problemas para a população
que vem se tornando um grande problema provocando grandes impactos ambientais e
doenças que são transmitidas por meio hídrico ou pelo contato direto com o esgoto.
A grande solução é investir
em tratamento de esgotos e na fiscalização das ligações clandestinas que
esgotos, o SAAE tem investido em soluções no quesito tratamento de esgotos e
atingir 100% de coleta e tratamento de esgotos, e um dos esplendidos projetos é
a revitalização do rio que abastece à cidade.
Compreender o uso e a
destinação da água na cozinha do refeitório. É necessário encontrar o
modo de reutilizar essa água também para o benefício do campus. Entender como essa água utilizada e tenta regular o seu uso
de forma sadia para o Instituto.
2- Destinação da água após seu uso: Analisar o
destino final da água após ser utilizada, seja: rede de tratamento de
água e esgoto, rios e/ou canais a céu aberto. Procuraremos suporte de auxílio
com secretaria de infraestrutura do município (Itapetinga).
3- Conscientização acerca do mal uso e da
destinação da água/ controle da utilização da água: Campanha de
conscientização na comunidade interna do campus, conseguiríamos evitar a
prática de reuso e seu campo sem desperdício e levado no refeitório como um
todo.
Com acesso quase restrito ao local não foi
possível observarmos muita coisa, embora nós tivéssemos tempo suficiente.
Entretanto, conseguimos analisar um pouco do consumo de água na cozinha do
refeitório do campus.
A análise foi feita após o horário de almoço
(14h00min), pois é o horário em que há mais gasto água durante o dia.
Vale ressaltar que os horários da manhã e
noite não foram contabilizados por falta de tempo e acesso ao local.
Levando em consideração a cozinha sendo
dividida em duas (2) partes.
Parte
1- Eles utilizam, por dia, 10 baldes de 20
litros. Colocando isso numa representação algébrica, obtemos:
Parte 2-
Eles utilizam, por dia, 15 baldes de 20
litros. Algebricamente falando:

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