Usando o JClic, pudemos elaborar uma série de jogos fáceis e divertidos...Confira já!.
Palavra Chave: Link do Jogo
Quebra-Cabeça: Link do Jogo
Green Room
Informações sobre a Globalização e seus efeitos sobre a natureza.
domingo, 4 de fevereiro de 2018
Parodiando Trem bala- Ana Vilela
Todos nós já ouvimos aquele bela música da Ana Vilela- Trem bala.
Essa música serviu de inspiração para parodiarmos como um tema voltado à sustentabilidade e/ou meio ambiente.
Espero que vocês curtam...Aproveitem
🎤 Trem-Bala - Ana Vilela (Karaokê Acústico)
Viguiba Karaokê
Trem Bala- Paródia 1 ano A- M.A- IF Baiano Itapetinga
Essa música serviu de inspiração para parodiarmos como um tema voltado à sustentabilidade e/ou meio ambiente.
Espero que vocês curtam...Aproveitem
🎤 Trem-Bala - Ana Vilela (Karaokê Acústico)
Viguiba Karaokê
Trem Bala- Paródia 1 ano A- M.A- IF Baiano Itapetinga
ESCALA CARTOGRÁFICA
A escala cartográfica é fundamental para entendermos a proporção entre o espaço real e a sua representação no mapa.
O professor de geografia, Emilson Batista nos encarregou de realizar uma atividade envolvendo escala cartográfica. abaixo está o documento que foi feio...Aproveite!
segunda-feira, 9 de outubro de 2017
Climas do Brasil- Tropical de Altitude e Subtropical
O clima é o conjunto de fenômenos associados às variações do tempo da atmosfera terrestre em um determinado local.
Abaixo temos alguns links para estudar o que é clima e um pouco sobre os climas:
-Subtropical
-Subtropical Seco
-Tropical de Altitude
-Tropical de Altitude
DESTINAÇÃO DA ÁGUA DO REFEITÓRIO NO IF BAIANO CAMPUS ITAPETINGA
Assim como sabemos, a água é um recurso vital
para a nossa sobrevivência. Portanto, podemos dizer que na imensidão de águas
encontradas em nosso planeta, uma pequena porcentagem está disponível de forma
doce ( parte da água q é usufruída por nós), e seu restante é salgada.
Sabendo disso, é necessário que se dê mais
valor a esse recurso natural tão valioso, assim podendo melhorar, não só para
hoje, mas também para gerações futuras.
É perceptível que a água é tratada com
descaso por nós. Portanto, almejamos nesta atividade não apenas oferecer dados
quantitativos da água na utilização, mas também a necessidade de
conscientização, levando ao uso adequado.
A destinação
da água e que é usada no refeitório, especificamente na cozinha, é destinada à
rede de tratamento de esgoto mais próxima do campus, que se localiza na Av.
Rosa Riachão, após a agua ser utilizada ela perpassa por canos e tubulações de
esgotos (redes) que leva até a estação de tratamento de esgotos. Segundo à SAAE
(Serviço Autônomo de Água e Esgoto), que é a empresa que atua no município no
tratamento de água que sai das casas, estabelecimentos e escolas de toda cidade
o tratamento funciona da seguinte forma descrita abaixo:
Na Estação de Tratamento de Esgoto
(ETE) a água com impurezas que retorna de casas, empresas e indústrias passará
por várias etapas para ser despoluída e devolvida ao meio ambiente. Um processo
que leva até vinte dias, na fase líquida e sólida, para que sejam retirados
todos os dejetos.
·
Tanque
de areia – o esgoto circula bem devagar para que a areia fique depositada no
fundo do tanque;
·
Reatores
– as bactérias dos depósitos contribuem para reduzir a poluição e originar o
lodo;
·
Tanques
de aeração – as bactérias aeróbias auxiliam na destruição das impurezas, à
medida que produzem a oxigenação da água;
·
Decantador
secundário – o esgoto fica em repouso, o que contribui para que quase todas as
impurezas fiquem no fundo do reservatório;
Última etapa da fase líquida – outras
bactérias estéreis, originadas pelos raios ultravioletas, terminam por consumir
o restante das impurezas.
Somente aí a água retornará para o curso do
rio;
Somente cerca de 60% do esgoto é tratado no
município. Não foi detectado nenhuma infração ou esgoto clandestino no campus,
seguindo então as normas estabelecidas pelo SAAE.
No Brasil de acordo, com a Agência Nacional de Águas (ANA), 40% da população
ainda não tem acesso à coleta e tratamento de esgoto, o que traz problemas na
saúde pública e contaminação da água consumida, que apresenta um índice de 11%
de seu total com qualidade regular. Seis milhões de brasileiros sequer têm
acesso a banheiros.
No município existem varias
ligações clandestinas de esgoto que despejam a água não tratada diretamente no
curso do rio, este despejo mal adequado gera grandes problemas para a população
que vem se tornando um grande problema provocando grandes impactos ambientais e
doenças que são transmitidas por meio hídrico ou pelo contato direto com o esgoto.
A grande solução é investir
em tratamento de esgotos e na fiscalização das ligações clandestinas que
esgotos, o SAAE tem investido em soluções no quesito tratamento de esgotos e
atingir 100% de coleta e tratamento de esgotos, e um dos esplendidos projetos é
a revitalização do rio que abastece à cidade.
Compreender o uso e a
destinação da água na cozinha do refeitório. É necessário encontrar o
modo de reutilizar essa água também para o benefício do campus. Entender como essa água utilizada e tenta regular o seu uso
de forma sadia para o Instituto.
2- Destinação da água após seu uso: Analisar o
destino final da água após ser utilizada, seja: rede de tratamento de
água e esgoto, rios e/ou canais a céu aberto. Procuraremos suporte de auxílio
com secretaria de infraestrutura do município (Itapetinga).
3- Conscientização acerca do mal uso e da
destinação da água/ controle da utilização da água: Campanha de
conscientização na comunidade interna do campus, conseguiríamos evitar a
prática de reuso e seu campo sem desperdício e levado no refeitório como um
todo.
Com acesso quase restrito ao local não foi
possível observarmos muita coisa, embora nós tivéssemos tempo suficiente.
Entretanto, conseguimos analisar um pouco do consumo de água na cozinha do
refeitório do campus.
A análise foi feita após o horário de almoço
(14h00min), pois é o horário em que há mais gasto água durante o dia.
Vale ressaltar que os horários da manhã e
noite não foram contabilizados por falta de tempo e acesso ao local.
Levando em consideração a cozinha sendo
dividida em duas (2) partes.
Parte
1- Eles utilizam, por dia, 10 baldes de 20
litros. Colocando isso numa representação algébrica, obtemos:
Parte 2-
Eles utilizam, por dia, 15 baldes de 20
litros. Algebricamente falando:
segunda-feira, 4 de setembro de 2017
Geologia- Estrutura Interna da Terra
Recebemos a oportunidade de apresentar um pouco da estrutura interna de nosso planeta Terra detalhadamente, destacando todas as partes que a compõe e seu desenvolvimento.
Inicialmente, sabemos que a Terra não é uma esfera homogenia e que ela é dividida em três regiões popularmente conhecidas: Crosta, Manto e Núcleo.
A Crosta
Está dividida em crosta continental e crosta oceânica, com composições diversas e espessuras diferentes.
A crosta é porção externa da Terra, a mais delgada de suas camadas e a que conhecemos melhor. Ela é tão fina em relação ao restante do planeta que pode ser comparada à casca de uma maçã em relação à maçã inteira.
Embora seja composta de material rochoso, portanto sólido e aparentemente de grande resistência, é, na verdade, muito frágil.
Sua espessura é variável, sendo maior onde há grandes montanhas e menor nas fossas oceânicas. Sob os oceanos, a crosta costuma ter cerca de 7 km de espessura; sob os continentes, ela chega a 40 km em média. As espessuras extremas estão em 5 e 70 quilômetros.
Manto
O manto divide-se em manto superior e manto inferior. O superior tem, logo abaixo da crosta, uma temperatura relativamente baixa (100 °C) e uma consistência similar à da camada acima, com velocidade de ondas sísmicas de 8,0 km/s. No manto inferior, porém, esta velocidade aumenta para 13,5 km/s, com temperatura bem mais alta, chegando a 2.200 ºC (3.500 °C segundo outros autores) perto do núcleo.
Essa diferença na velocidade sísmica traduz uma mudança na composição química das rochas. De fato, os minerais que compõem o manto são muito ricos em ferro e magnésio, destacando-se os piroxênios e as olivinas. As rochas dessa porção da Terra são principalmente peridotitos, dunitos e eclogitos, pobres em silício e alumínio quando comparadas com as rochas da crosta.
Núcleo
Esta é a mais profunda e menos conhecida das camadas que compõem o globo terrestre. Assim como o manto e a crosta estão separados pela Descontinuidade de Mohorovicic, o manto e o núcleo estão separados por outra, a Descontinuidade de Gutenberg, que fica a 2.700-2.890 km de profundidade.
Acredita-se que o núcleo terrestre seja formado de duas porções, uma externa, de consistência líquida e outra interna, sólida e muito densa, composta principalmente de ferro (80%) e níquel (por isso, era antigamente chamada de nife).
O núcleo externo tem 2.200 quilômetros de espessura e velocidade sísmica um pouco menor que o núcleo interno. Deve estar no estado líquido, porque nele não se propagam as ondas S, e as ondas P têm velocidade bem menor que no manto sólido.
As Descontinuidades- Mohorovicic e Gutenberg
Descontinuidade de Gutenberg - É o limite entre o manto inferior e o núcleo externo (cerca de 2883km de profundidade). Aqui as ondas S que deixam de se propagar. e as ondas P diminuem bruscamente a velocidade. Daqui pôde inferir-se que o núcleo externo é líquido pois as ondas S não se propagam nesse meio.
ANEXOS INFORMATIVOS- EXPLICITAÇÕES REPRESENTADAS POR IMAGENS
quarta-feira, 10 de maio de 2017
Central de Abastecimento, Itapetinga – BA
Foi-nos dado o trabalho de pesquisa do surgimento e mudanças sofridas na feira livre de
Itapetinga-BA. Nós escolhemos a Central de Abastecimento, Itapetinga – BA, por ser um local muito
amplo e de mudanças contínuas, tanto em relação às paisagens físicas, quanto às
paisagens conteúdo.Há alguns anos trás, a atual feira central
localizava-se na Praça da Bíblia.No ponto atual, encontrava-se comercio de
calçados e zona de estacionamento de automóveis e, com o passar do tempo, a
cidade implantou estruturas que favoreceram aos residentes da própria um espaço
mais amplo e com maior variedade de vendas, envolvendo desde frutas/legumes, às
carnes e artigos variados.No que se refere à mudança de paisagem
conteúdo, houve diversas mudanças, tanto no que se refere à
substituição do comércio de calçados pelo comercio de produtos de gêneros
alimentícios, como também na quantidade de “barracas” que teve um aumento
significativo.Anteriormente à feira, o local que ela
atualmente se encontra era passagem do rio Catolé (esse que foi desviado de seu
curso para fins comerciais), e posteriormente, um campo de futebol (anterior ao
comercio de calçados).No decorrer do tempo, a feira (já
estabelecida na 44 R. Humberto de Araújo) obteve a conquista de um telhado para
proteção, tanto em casos de sol, quanto em casos de chuvas, assim não
necessitando mais das coberturas formadas por lonas.
Segundo os feirantes houve um melhoramento, porém
ainda há uma grande deficiência quando se fala de mobilidade e organização do
espaço (paisagens físicas) , em 1980 ela foi construída e houve
uma ll etapa de construção em 1991 o
aumento de box, restaurantes, bares. A feira tem duas partes: uma aberta e outra
fechada, pequenos comércios entre outros.
Além da conquista do telhado e de um lugar
próprio para si, a feira livre também obteve a realização dos “boxs” (pequenos
pontos destinados à venda de carnes e/ou artigos usuais).
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